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Hawker-Siddeley Harrier o avião de combate V/STOL

O Hawker-Siddeley Harrier é um avião de ataque e apoio aéreo com capacidade V/STOL, pouso e decolagem curta, permitindo decolar de bases improvisadas, bosques, estradas em poucos minutos e a poucos quilômetros de linha de frente.

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Origem

O Hawker-Siddeley Harrier nasceu após um estudo realizado pelos estrategistas da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) que buscavam uma solução para se livrar da dependência das complexas instalações militares. Muitas delas estavam próximas das fronteiras com os países que formavam o Pacto de Varsóvia. Isso tornava as bases militares alvos fixos e uma vez que as pistas fossem atingidas os aviões não poderiam mais decolar e aterrissar inutilizando uma base militar.

Avião em miniatura Hawker-Siddeley Harrier GR.Mk 3 da RAF. Esta miniatura faz parte de uma coleção lançada pela editora Planeta deAgostini chamada de Aviões de Combate a Jato.

Avião em miniatura Hawker-Siddeley Harrier GR.Mk3 da RAF. Esta miniatura faz parte de uma coleção lançada pela editora Planeta deAgostini chamada de Aviões de Combate a Jato.

Desenvolvimento

A solução para essa dependência seria um avião com capacidade V/STOL (Vertical/Short Take-Off and Landing – decolagem e aterrissagem vertical curta) que não dependesse da complexidade das instalações militares, podendo operar de pistas improvisadas, estradas, bosques e, até mesmo, atrás das linhas inimigas com um mínimo de apoio em terra em poucos minutos.

O embrião do Harrier foi um projeto conhecido como Kestrel desenvolvido em conjunto pela Alemanha Ocidental, Estados Unidos e Reino Unido baseado em outro projeto em desenvolvimento, Hawker P.1127. O primeiro voo do Kestrel aconteceu em 7 de março de 1964 e foi denominado no Reino Unido de Kestrel FGA.1.

Conheça outro importante avião de combate da RAF clicando no link abaixo.

O P.1127 foi desenvolvido pela empresa Hawker Aircraft sob a supervisão do diretor técnico Sidney Camm que contratou os engenheiros Ralph Hooper e John Fozard. As aplicações realizadas pela equipe proporcionaram modificações que também serviram para melhorar o desenho e integração do motor BE 55/2 Pegasus.

Em junho de 1960 um contrato para a produção de 2 protótipos foi assinado. O primeiro voo do P.1127 ocorreu em 21 de outubro de 1960 elevando-se devagar a poucos centímetros do solo sustentado por quatro colunas de ar do motor turbo Bristol Siddeley Pegasus com tubeiras orientáveis. O motor da Bristol Engine teve a direção técnica de Stanley Hooker que contratou o engenheiro Gordon Smith para desenvolver um motor baseado na idéia do francês Michel Wibault. Dos 6 protótipos construídos 3 foram perdidos em acidentes, um deles durante uma apresentação aérea no Paris Air Show em 1963.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 da RAF pode ser exposto em uma base suspensa. A base é personalizada com o nome e descrição do avião de combate a jato original.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 da RAF pode ser exposto em uma base suspensa. A base é personalizada com o nome e descrição do avião de combate a jato original.

O projeto do P.1127 levou ao desenvolvimento de um avião supersônico mais avançado denominado de P.1154 que serviria a Força Aérea da Marinha Britânica. O P.1154 acabou sendo cancelado por razões econômicas após 1965. Dessa forma, o governo do Reino Unido solicitou a empresa Hawker Aircraft que atualizasse o Kestrel que acabou sendo redesenhado e recebeu alguns itens de aviônica do P.1154 dando origem ao Harrier GR.I. Esse nome foi dado em alusão a uma ave de rapina que pode pairar.

Harrier na RAF

O pedido da RAF (Royal Air Force – Força Aérea Real) foi de 60 unidades do modelo de pré-série durante o ano de 1966. O primeiro voo do Harrier ocorreu em 28 de dezembro de 1967, entrou em serviço em 1969 em Wittering, Inglaterra. O 1º Esquadrão era a primeira unidade do mundo a receber aparelhos de asa fixa com capacidade de decolagem vertical. Outra unidade foi formada para conversão, assim como, duas esquadrilhas destinadas a pronta resposta fora da OTAN, como aconteceu nas Malvinas em 1982.

Os 3º e 4º esquadrões baseados em Gutersloh, Alemanha, praticaram diversos exercícios de tocaia. Eram divididos em três esquadrilhas dispersadas em bosques , estes esconderijos eram camuflados. Os tanques de combustível eram revestidos de borracha e ficavam a uma distância que permitisse a segurança dos aviões, estes eram abastecidos através de mangueiras ligadas aos tanques de combustível. Essas bases improvisadas podiam ser montadas a apenas 80 km da linha de frente. Além dos bosques os Harrier também podiam operar na periferia das cidades o que o tornaria ainda mais discreto. Isso poderia ter sido utilizado se um conflito de maior envergadura tivesse ocorrido.

O avião em miniatura Hawker-Siddeley Harrier GR.Mk3 da coleção é um exemplar que serviu ao 1º Esquadrão da RAF.

O avião em miniatura Hawker-Siddeley Harrier GR.Mk3 da coleção é um exemplar que serviu ao 1º Esquadrão da RAF.

O Hawker-Siddeley Harrier é um avião subsônico de ataque com velocidade máxima de 1.185 km/h. Possui um trem de pouso retrátil com um sistema principal duplo localizado na parte central da fuselagem, uma roda na proa e uma roda menor para apoio nas extremidades das asas.

A capacidade de operar a poucos quilômetros da linha de frente compensa a baixa autonomia do Harrier. Outro fator de relevância que conta a favor do Harrier é o fato de contar com pouco apoio de terra o que aumenta a disponibilidade do avião, isso faz com que a média de saídas por dia seja superior a seis, número considerado alto para um avião de combate.

A capacidade VTOL – Vertical Take Off and Landing  pouso e decolagem verticais – tem certa limitação quando o Harrier esta completamente carregado, em outras palavras, quando esta completamente carregado o Harrier precisa uma certa rolagem para levantar voo. A pista necessária é de aproximadamente 180 metros, o que é curta em comparação com outros aviões de caça. O pouso vertical só pode acontecer quando o Harrier estiver sem armamento. Outra situação que exige uma pequena pista de aterrissagem e decolagem é quando o Harrier opera em locais com muita poeira, isso geraria uma sucção de detrimentos no motor.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 esta configurado com dois tanques de combustível de 445 litros cada e dois lançadores de foguetes Sneb de 68 mm fabricados pela Matra.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 esta configurado com dois tanques de combustível de 445 litros cada e dois lançadores de foguetes Sneb de 68 mm fabricados pela Matra.

Versões do Hawker-Siddeley Harrier

P.1127

O protótipo original apresentando diferenças nas asas, nos estabilizadores e entradas de ar do motor Pegasus 2 BS.53/3 de 4.990 kg de empuxo.

Harrier GR.Mk I

Primeira versão monoposto de reconhecimento tático  e apoio aéreo aproximado a serviço da RAF impulsionado pelo motor Pegasus 6 Mk 101 com 8.618 kg de empuxo. Essa versão seria nomeada mais tarde GR.Mk 3.

Harrier Mk 50 (AV-8A Harrier I)

Versão de apoio aéreo e reconhecimento tático desenvolvida para o US Marine Corps – Corpo de fuzileiros navais do Estados Unidos. A serviço do US Marine Corps foi batizado de AV-8A Harrier I, possuía modificações em relação a versão da RAF, entre elas, a remoção de todos os componentes de magnésio devido a corrosão rápida causada pela maresia. Os rádios foram substituídos pelos de origem norte-americana, assim como foi instalado um sistema IFF, identificador de amigo ou inimigo. Os pilones externos foram optimizados para lançarem mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9 Sidewinder. Outra diferença significativa foi a adoção do motor da versão GR.Mk 3 ao invés do motor do GR.Mk I. O US Marines Corps também recebeu a versão de dois lugares para conversão de pilotos, TAV-8A.

A miniatura do avião Harrier GR.Mk3 em posição suspensa possibilita a visualização de detalhes da parte inferior da miniatura, como pode-se ver os contêineres ventrais, um de cada lado da parte central da fuselagem, para alojar o canhão Aden de 30 mm com capacidade para 100 disparos.

A miniatura do avião Harrier GR.Mk3 em posição suspensa possibilita a visualização de detalhes da parte inferior da miniatura, como pode-se ver os contêineres ventrais, um de cada lado da parte central da fuselagem, para alojar o canhão Aden de 30 mm com capacidade para 100 disparos.

Harrier Mk 53

Versão baseada no AV-8A desenvolvida para a marinha espanhola, batizado na Espanha TAV-1 Matador. Pelo menos, seis destes aviões foram comprados pelos Estados Unidos como AV-8S. Em 1988 estes aviões foram vendidos a Tailândia onde foram embarcados no porta-aviões HTMS Chakri Naruebet.

Harrier Mk 55

Versão melhorada para a marinha espanhola, foi o segundo lote entregue aos espanhóis.

Harrier GR. Mk 1A

Versão GR. Mk 1 com motor Pegasus 10 Mk 102 de 9.299 kg de empuxo.

Harrier Mk 52

Versão biposto para demonstração ostentando uma matrícula civil G-VTOL equipada com motor Pegasus 103.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 esta pintado com o padrão de camuflagem em cinza e verde escuro.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 esta pintado com o padrão de camuflagem em cinza e verde escuro.

Harrier T.Mk2

Versão biposto de treinamento com capacidade de combate.

Harrier Mk 54

Versão biposto desenvolvida para atender a US Marine Corps, batizado nos Estados Unidos de TAV-8A. A Espanha adquiriu dois aviões desta versão que foram designados TAV-8S.

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Harrier T. Mk 2A

Versão T. Mk 2 com motor Pegasus 10 Mk 102.

Harrier GR. Mk 3

A versão GR.Mk 3 foi a última evolução da primeira geração do Harrier entre os avanços desta versão destaca-se um dispositivo laser alojado no prolongamento do nariz, receptor de alerta radar alojados na cauda e no estabilizador vertical, além de um motor Pegasus Mk 103 com 9.752 kg de empuxo.

Além do trem de pouso tradicional localizado na parte dianteira do avião, há também uma roda dupla na parte central da fuselagem e duas rodas de apoio uma em cada extremidade das asas.

Além do trem de pouso tradicional localizado na parte dianteira do avião, há também uma roda dupla na parte central da fuselagem e duas rodas de apoio uma em cada extremidade das asas.

Harrier T. Mk 4

Baseado no T. Mk 2A como motor Pegasus 11 Mk 103.

Harrier T. Mk 4A

Versão biposto utilizada pela RAF.

Sea Harrier FRS. Mk 1

Versão naval do Harrier desenvolvida para a Marinha Real. Possui diferenças na fuselagem dianteira e outras diferenças em relação a aviônica. Equipada com um motor Pegasus 104 baseado no motor Pegasus 103 com a diferença de ser mais resistente a corrosão.

Harrier T. Mk 4N

Versão biposto para a Marinha Real.

Sea Harrier FRS. Mk 51

Versão desenvolvida para a Marinha indiana, foram construídos 10 Sea Harrier FRS. Mk 51.

Harrier T. Mk 60

Versão biposto destinado a Marinha indiana baseada no Harrier T. Mk 4N, possui todos os aviônicos do Sea Harrier com exceção do radar Blue Fox.

Os detalhes não ficaram de fora do avião em miniatura Harrier da RAF. Entre eles há o receptor de alerta radar localizado na parte superior do leme vertical.

Os detalhes não ficaram de fora do avião em miniatura Harrier da RAF. Entre eles há o receptor de alerta radar localizado na parte superior do leme vertical.

Harrier Mk 80

Versão de demonstração a potenciais clientes estrangeiros baseada no Sea Harrier, equipada com radar LRMTS ao invés do radar Blue  Fox.

Harrier GR. Mk 5

Versão proposta com asa estendida que não chegou a ser construída.

Armas

O Harrier possui sete pontos fixos para o carregamento de armas, sendo que três são sob a fuselagem. A capacidade de carga do Harrier é de 2.268 kg que são distribuídos nos sete pontos, sendo que, normalmente nos dois pilones laterais são carregados com canhões Aden de 30 mm, no pilone central uma bomba de 454 kg. Os pontos internos sob as asas carregam armas ou tanques de combustível de 455 litros e os pontos externos carregam até 295 kg de armas cada, podendo ser uma bomba Hunting BL755 CBU de 272 kg ou pod com 19 foguetes Matra SNEB de 68 mm. Apesar de ter sido concebido como um avião de ataque o Harrier também pode carregar mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder para autodefesa.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 possui na proa um tubo pitot.

O avião em miniatura Harrier GR.Mk3 possui na proa um tubo pitot.

Harrier na Guerra das Malvinas/Falklands

O Reino Unido destacou o Esquadrão nº 1 para tomar ações na Guerra das Malvinas em 1982, os 10 Harrier GR.3 tiveram como base de operações o porta-aviões HMS Hermes. Para poder participar daquele conflito a bordo de um porta-aviões, os aviões da RAF passaram por um processo de rápida adaptação já que não eram concebidos para o serviço naval. Entre as modificações estavam selantes especiais contra a corrosão e um sistema de orientação inercial para auxiliar nos pousos, assim como Transponder para guiar a aeronave de volta ao porta-aviões durante as operações noturnas. O Harrier recebeu ainda sistemas de chaff e flare.

Devido ao pouco espaço nos dois porta-aviões da Marinha Real os 10 Harrier foram transladados até o teatro de operações no Atlântico Sul a bordo dos navios Atlantic Conveyor e Atlantic Causeway adaptados com convés de voo temporários, que também serviu de “carona” a helicópteros. O Harrier GR.3 foram utilizados no apoio aéreo as forças terrestres atacando posições argentinas e na supressão da artilharia. O Sea Harrier também foi utilizado no conflito atuando como avião de defesa aérea da frota. O Harrier também realizou ataques contra o campo de pouso na pista de Stanley localizada nas Malvinas.

A possibilidade da decolagem e pouso vertical é possível graças as quatro tubeiras localizadas na parte inferior do avião, duas de cada lado. Estas tubeiras direcionam o fluxo de ar para trás e para baixo possibilitando a sustentação. No avião em miniatura é possível visualiza-las na cor prateada.

A possibilidade da decolagem e pouso vertical é possível graças as quatro tubeiras localizadas na parte inferior do avião, duas de cada lado. Estas tubeiras direcionam o fluxo de ar para trás e para baixo possibilitando a sustentação. No avião em miniatura é possível visualiza-las na cor prateada.

Apesar de ter sido projetado como avião de ataque, durante a Guerra das Malvinas o 3 Harrier GR.3 foram armados com mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder durante o período de 10 a 24 de maio para atuarem na defesa aérea até a chegada a chegada de 3 F-4 Phantom II para assumir essa função.

Durante a Guerra das Malvinas a maior ameaça ao Harrier consistia nos mísseis superfície-ar (SAM) e armas de fogo disparadas do solo. Durante todo o conflito foram perdidos 4 Harrier GR.3 e 6 Sea Harrier entre acidentes, falhas mecânicas e para armas superfície-ar disparadas pelos argentinos. O Harrier realizou mais de 2.000 missões no conflito o que equivale a seis saídas por dia de cada avião.

O fim da Guerra das Malvinas marcou a vitória dos britânicos sobre os argentinos e também foi a última participação em combate do Harrier com a RAF. Um destacamento permaneceu nas Ilhas Malvinas entre 1983 e 1985 como elemento de dissuasão contra novas investidas por parte dos argentinos.

O Harrier abre caminho para o Harrier II

Somente com a chegada do Harrier II, uma versão muito modificada em relação a primeira geração do Hawker-Siddeley Harrier, é que a RAF viria a entrar em novos combates na Bósnia, Iraque e Afeganistão. O novo Harrier II foi um desenvolvimento em conjunto entre a British Aerospace e a McDonnell Douglas dos Estados Unidos.

Mais informações sobre o Hawker-Siddeley Harrier no link abaixo.

Tropas e Armas

Características Técnicas do Hawker-Siddeley Harrier

Tipo: avião de ataque e reconhecimento V/STOL
Envergadura: 7,70 m
Comprimento: 14,27 m
Altura: 3,63 m
Superfície Alar: 18,68 m2
Peso vazio: 6.139 kg
Peso máximo de decolagem: 11.431 kg
Velocidade máxima: 1.175 km/h
Teto de serviço: 16.764 m
Raio de ação: 666 km com carga 1,360 kg, o alcance varia de acordo com a carga levada e o uso de decolagem V/STOL.
Motor: turbofan Rolls Royce Pegasus Mk 103 com 9.752 kg de empuxo com quatro tubeiras duas em cada lado para direcionar e sustentar o voo vertical.

Armamento: quantro pontos de fixação sob as asas com capacidade de 2.268 kg que podem ser combinadas com 4 pods Matra com 18 foguetes SNEB de 68 mm cada, bombas de queda livre, fragmentação e guiadas a laser, 2 mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9 Sidewinder. Outras possibilidades incluem pod de reconhecimento e tanques de combustível. Na parte central da fuselagem há dois pods com canhões ADEN de 30 mm com 100 disparos cada.

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Sobre Adriano Alves

Começou a escrever em blogues em 2009 como convidado e não parou mais. Hoje escreve em quatro blogues, trabalha em uma empresa como Analista de Suporte Técnico e tem como hobby ler, estudar, ouvir música, assistir filmes e seriados e, principalmente, colecionar miniaturas militares.

2 comentários

  1. Boa tarde Adriano
    Parabéns pelo blog. As informações são muito relevantes e da pra perceber seu cuidado e zelo com tudo o que faz. Gostaria de saber aonde adquiri suas miniaturas, se você mesmo monta elas ou se você compra já montada? Você tem alguma dica de site para venda On line? Daniel

    • Olá Daniel!

      Obrigado pelos elogios.

      As miniaturas fazem parte de uma coleção lançada pela editora Planeta deAgostini, que também possui a dos Blindados de Combate e Bombardeiros da Segunda Guerra.
      Algumas cidades a coleção é vendida nas bancas de jornal, mas se você entrar no site da editora pode fazer a assinatura e receber direto na sua casa.

      Qualquer coisa estou a disposição.

      Abraço.

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