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General Dynamics F-16 Fighting Falcon – O falcão da América e do mundo

General Dynamics F-16 Fighting Falcon foi projetado para ser um caça que complementasse o McDonnell Douglas F-15 Eagle, que ainda estava em desenvolvimento, o F-16 Fighting Falcon se converteu em um avião de guerra multimissão desde o início de sua vida operacional, tendo sido exportado para diversos países e que devido a constantes atualizações ainda continua sendo fabricado e exportado nos dias atuais.
Os requisitos iniciais do LWF (Light Weight Fighter – Caça ligeiro) requeriam um caça que tivesse uma boa relação peso/potência, baixo peso e baixo custo para compensar e complementar o outro projeto em andamento, McDonnell Douglas F-15 Eagle. Inicialmente tratava-se de um programa para apresentar um demonstrador de conceito que mais tarde se converteria em um programa definitivo para a escolha de um novo caça para a USAF (United States Air Force – Força Aérea dos Estados Unidos). Teve início uma disputa entre cinco empresas que apresentaram seus protótipos, a General Dynamics junto com a Northrop foram as finalistas com seus YF-16 e YF-17, respectivamente.
Avião em miniatura F-16 Fighting Falcon na embalagem.
Avião em miniatura General Dynamics F-16 Fighting Falcon da USAF em escala 1/72 na embalagem.

Um caça inovador

O projeto YF-16 apresentava muitas inovações aerodinâmicas e tecnológicas que são indispensáveis na atual geração de caças. Todas essas evoluções aerodinâmicas associadas a novos sistemas de aviônicos conferem ao F-16 uma grande aceleração, agilidade nas curvas e capacidade de subida fantástica. O primeiro voo do protótipo YF-16 aconteceu em Fevereiro de 1974 e já se mostrou inovador com elementos como a entrada de ar do motor que possui um difusor de admissão ventral sendo importante na contribuição da manobrabilidade do F-16.
Avião em miniatura F-16B Fighting Falcon montado no trem de pouso.
A fabricante original do avião de guerra F-16 era a General Dynamics, em 1993 a linha de montagem foi vendida a Lockkeed Martin e os F-16 passaram a ser chamados de Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon.
A carlinga em forma de bolha sem nenhum arco de sustentabilidade foi outra grande inovação promovida pelo novo caça da General Dynamics. Além disso, o assento ejetor esta inclinado em 30° para trás o que aumentaria a tolerância as grandes manobras com acelerações elevadas. Alguns pilotos questionam se essa posição do assento influencia para o aumento da tolerância em acelerações altas, mas a grande maioria acredita que essa inclinação da uma vantagem na ordem de 1,5 podendo até chegar a 2 g comparando com os assentos de tradicionais de costas retas. Seja como for, o F-16 é um caça que pode suportar valores de carga +9 g.
Avião em miniatura General Dynamics F-16B Fighting Falcon da USAF.
Avião em miniatura General Dynamics F-16 Fighting Falcon de dois lugares e configurado com 4 mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder, 2 bombas Mk-82 de queda livre e 2 tanques subalares de 1.400 litros.
Outra grande inovação promovida pelo caça da General Dynamics F-16 Fighting Falcon foi o conceito de HOTAS (Hand on Throttle And Stick – mãos no manche de comando e manete de aceleração), isso significa que o piloto controla o caça através de um joystick (semelhante aos de jogos de video game) que fica em um painel na lateral direita. Comandos essências podem ser alterados através do joystick da lateral como as modalidades do radar, lançamentos de armas, acionamento do canhão interno, acionamento do freio aerodinâmico e outras funções que são realizadas pelo tradicional manche que fica posicionado entre as pernas do piloto e que no F-16 são todas unificadas no joystick do painel lateral.
Miniatura do avião F-16B da Força Aérea dos Estados Unidos.
Réplica do avião de guerra F-16B Fighting Falcon em escala 1/72, esta versão de dois lugares é destinada ao treinamento dos pilotos e tem total capacidade de combate, porém leva menos combustível interno do que a versão F-16A monoposto.
O General Dynamics F-16 Fighting Falcon foi ainda o grande pioneiro no conceito do comando de voo fly-by-wire, sendo de fato o primeiro caça no mundo equipado com esse sistema. Isso permite que todos os comandos executados pelo piloto são retransmitidos via computador e não por sistemas mecânicos como nos aviões anteriores. Isso faz com que os comandos de voo tenham uma resposta mais rápida aumentando de forma significativa as capacidades de manobra do caça.
Miniatura em escala 1/72 do avião de combate F-16B.
Mesmo com o segundo tripulante o F-16B Fighting Falcon não teve seu comprimento aumentado, preferiu-se diminuir o tamanho do tanque interno de combustível.

Em 1975 o projeto da General Dynamics, YF-16, foi escolhido vencedor do programa LWF e a USAF lançou um pedido inicial de 650 aviões, ainda no mesmo ano, Bélgica, Dinamarca, Holanda e Noruega escolheram o F-16 para substituir suas frotas de F-104 Starfighter. O acordo entre os quatro países foi assinado junto com os Estados Unidos, a fabricação dos F-16 destinados aos países europeus foi realizada nas fábricas da Bélgica e Holanda e logo mais países mostraram interesse em adquirir o novo caça da General Dynamics.  Por outro lado, o projeto da Northrop YF-17, que foi derrotado no programa LWF, foi escolhido para equipar a US Navy e se converteria no F/A-18 Hornet.Leia o artigo do F/A-18 Super Hornet:

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Motor

Os primeiros F-16A exportados eram equipados com um motor J79-GE-119 de performance muito reduzida, posteriormente, foi adotado um motor definitivo com capacidades aumentadas, esse motor seria o Pratt & Whitney F100-PW-100 que desenvolve um empuxo de 65,3 kn a seco e 106 kn com pós-combustão. As últimas versões do F-16 levam motores com melhores performances.

Radar

O radar instalado na versão F-16A/B é o APG-66 que tem capacidade de ataque multimissão – pode atacar alvos aéreos e de superfície. A medida que novas versões do F-16 foram sendo lançadas novos radares e sistemas foram sendo empregados com capacidades aumentadas, assim como, novas telas de última geração.
Miniatura do avião de combate F-16B Fighting Falcon.
Avião em miniatura General Dynamics F-16 Fighting Falcon com as cores da USAF. A primeira versão operacional do F-16 foi muito exportado, novas versões atualizadas com o que há de mais moderno em termos de eletrônica e aviônicos fazem do F-16 Fighting Falcon um avião de guerra ainda moderno e preferido por muitas forças aéreas em todo o mundo.

Armamento

O F-16 pode levar uma variada carga bélica que vai desde mísseis para o combate aéreo até diferentes tipos de bombas e mísseis para ataques ar-superfície. Para o combate aéreo o caça leva mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder (curta distância), AIM-7 Sparrow (médio alcance), AIM-120 AMRAAM (longo alcance). Outros mísseis podem e foram incorporados ao arsenal do F-16, sobretudo, os israelenses que tem forte tradição em desenvolver equipamentos e sistemas próprios utilizam seus mísseis e sistemas nos F-16 de sua frota.
Para o ataque contra alvos de superfície a variedade de armas é enorme, passando por bombas de queda livre Mark Mk-82/83/84, bombas guiadas de precisão GBU-10/12, GBU-31, GBU-38, mísseis AGM-65 Maverick, mísseis antiradiação AGM-45/78/88. Além dos mísseis e bombas o F-16 ainda conta com um canhão interno o Vulcan M61-A1 de 20 mm equipado com 511 cartuchos.
Além do armamento o F-16 pode levar tanques subalares de combustível o que lhe garante um maior alcance em suas missões e que dispensa o reabastecimento, mas mesmo assim o caça ainda pode ser reabastecido em voo caso seja necessário.
Réplica do avião em miniatura F-16B Fighting Falcon.
Nesta imagem da miniatura do F-16B Fighting Falcon pode-se ver atrás do cockpit um parte com traços brancos por onde se realiza o reabastecimento aéreo.

F-16 Fighting Falcon na USAF

Conhecido entre os pilotos como Viper o General Dynamics F-16 Fighting Falcon entrou em operação na USAF em 1979 com a versão F-16A e F-16B (versão biposto de treinamento). Além dos tradicionais membros da OTAN outras forças aéreas também encomendaram o General Dynamics F-16 Fighting Falcon. Até a revolução islâmica eclodir em 1979 o Irã, governado pelo ditador Xá Reza Pahlevi, era um importante aliado dos Estados Unidos.Devido a sua importância estratégica e produção de petróleo as forças armadas iranianas recebiam muitos equipamentos de ponta dos Estados Unidos. Na década de 70 a IRIAF já possuía uma das mais poderosas forças aéreas do Oriente Médio, formada por caças F-4 Phantom, F-5 e F-14 TomCat. Pelo menos, 160 F-16 destinavam-se ao Irã, mas esse entrega não foi concretizada devido a derrubada de Xá Reza Pahlevi. Com isso, a Força Aérea de Israel teve sua entrega de F-16 adiantada e recebeu um primeiro lote de 75 aviões em 1980.Leia o artigo do McDonnell Douglas F-4 Phantom II:

Réplica do F-16 Fighting Falcon em escala 1/72.
Réplica do avião F-16B Fighting Falcon com sua camuflagem tradicional de superioridade aérea em dois tons de cinza.

Batismo de fogo do General Dynamics F-16 Fighting Falcon

E foi com a força aérea de Israel que o General Dynamics F-16 Fighting Falconteve seu batismo de fogo que aconteceu em 1981 com um ataque ao reator nuclear iraquiano em Osirak. Nesse ataque participaram 8 F-16A, todos do primeiro lote de 75 aviões, armados com duas bombas de Mk-84 de 907 Kg, 2 tanques subalares de 1.400 litros e 1 tanque ventral de 1.100 litros. Os F-16 tiveram a escolta de caças 6 caças F-15 armados cada um com 6 mísseis ar-ar AIM-7 Sparrow e percorreram mais de 1.000 km no deserto voando a poucos metros do solo e em total silêncio eletrônico.Ao se aproximarem do alvo em cerca de 30 km os aviões subiram em dupla a 2.000 metros e mergulharam para lançarem suas bombas contra o reator. Somente uma bomba não acertou o alvo e somente depois que a última bomba alcançou o reator é que a explosão foi acionada transformando a grande usina em escombros. Todos os aviões retornaram a base e marcaram o início de muitas participações do caça F-16 em combate.
Avião em miniatura F-16 da USAF (United States Air Force).
Réplica do avião de combate F-16B Fighting Falcon. A versão F-16A foi entregue a Venezuela e esses aviões participaram na tentativa de golpe de estado em 1992, abatendo um OV-10 Bronco e um AT-27 Tucano dos militares rebeldes.

No Vale do Bekaa um massacre do F-16

Em 1982 os F-16 de Israel voltaram a ser acionados, mas desta vez entraram em ação em combates aéreos e não em ataques ar-solo. Os habilidosos e bem treinados pilotos israelenses acostumados a grandes combates nos céus do Oriente médio pilotando aviões como o F-4 Phantom, A-4 Skyhawk e Mirage III agora experimentavam suas capacidades com dois novos caças, o F-15 e F-16. No conflito do Vale do Bekaa em 1982 contra a Força Aérea Síria a dupla F-15 e F-16 realizou um verdadeiro massacre contra os caças sírios Mig-21 e Mig-23. A supremacia obtida pela Força Aérea israelense foi absoluta e em poucos dias pouco mais de 100 caças sírios haviam sido destruídos em combates aéreos sem nenhuma perda por parte de Israel. Grande parte dos abates aconteceu com a utilização dos mísseis AIM-9L e Python 3, houve também algumas vitórias com o uso dos canhões.
Avião em miniatura General Dynamics F-16B da Força Aérea dos Estados Unidos.
Avião em miniatura F-16B Fighting Falcon, desde que entrou em operação o F-16 participou de inúmeros conflitos e possui um histórico de combates invejável sem ter perdido nenhum avião em combates aéreos.

Operação Tempestade do Deserto

Em 1991 o F-16 foi acionado novamente no Oriente Médio, mas desta vez foram os General Dynamics F-16 Fighting Falcon da USAF que participaram da Guerra do Golfo contra as forças de Saddam Hussein. Pelo menos, 240 caças F-16 foram enviados ao conflito onde realizaram missões de ataque contra alvos iraquianos em superfície que incluiam instalações de mísseis, baterias antiaéreas, aeródromos, ao todo os F-16 Fighting Falcon realizaram quase 13.500 saídas durante o conflito.Na Guerra do Golfo os F-16 não obtiveram nenhuma vitória em combates ar-ar. Pelo menos, 3 F-16 foram abatidos por mísseis superfície-ar durante a Guerra do Golfo. Depois do conflito foi criada uma zona de exclusão aérea no Norte do Iraque e durante missões de patrulhamento em 1992 um Mig-25 foi abatido com um míssil AIM-120 AMRAAM marcando a primeira vitória aérea de um F-16 da USAF, um Mig-23 também foi abatido nas mesmas condições em 1993, também com um míssil AIM-120 AMRAAM.
Avião em miniatura F-16 Fighting Falcon escala 1/72.
Com a entrada em operação em 1979 o General Dynamics F-16 Fighting Falcon passou a ser o modelo pelo qual se avaliava os novos projetos de caças.

Enfrentando as Forças Iugoslavas

Em 1995, F-16 da USAF e Holanda participaram das operações na Bósnia, onde derrubaram pelo menos 5 Soko J-21 Jastreb iugoslavos em combates aéreos. Em 1999 com a intervenção aérea da OTAN contra as forças da Iugoslavia é que os conflitos aéreos foram mais intensificados. Os F-16 da USAF foram responsáveis pela derrubada de 5 Soko J-21 Jastreb – Galeb e por 1 Mig-29 iugoslavo. Um F-16 holandês também abateu um Mig-29 durante o conflito. Os aviões também participaram de ataques contra alvos em superfície. Outros 3 F-16 foram abatidos por mísseis terra-ar iugoslavos, SA-3 e SA-6.
Réplica do avião de guerra F-16 Fighting Falcon da USAF.
Avião em miniatura F-16B Fighting Falcon apoiado na base removível como se estivesse em posição de voo.

Combatendo em outras partes do mundo

O F-16 desde que entrou em operação vem participando em diversos conflitos ao redor do mundo, isso tudo porque foi muito exportado e por ser um avião de guerra eficiente e sempre requisitado pelos seus operadores. Entre outras ações que tiveram a participam do General Dynamics F-16 Fighting Falcon esta a tentativa de golpe de estado na Venezuela em 1992 em que abateu um OV-10 Bronco e um AT-27 Tucano dos militares que tentavam derrubar o governo. Também participou da defesa aérea do Paquistão durante a intervenção militar soviética no Afeganistão, onde abateu alguns Su-20/22, Su-25 e An-26  que violaram o espaço aéreo paquistanês. Israel ainda utiliza seus mais recentes F-16 na sua eterna guerra contra palestinos e grupos de resistência no Líbano.
Avião em miniatura F-16 da USAF em escala 1/72.
Em 1982 a Força Aérea de Israel lançou um ataque ao reator nuclear iraquiano em Osirak. Na ocasião os aviões utilizados foram da versão F-16A, hoje a Força Aérea de Israel possui versões mais avançadas do F-16.

Um avião ainda exportado

A General Dynamics não é mais a fabricante do F-16, a linha de produção foi adquirida pela Lockheed Martin em 1993. A mudança de fabricante não alterou as vendas e o Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon ainda continua sendo exportado e participa de processos de escolha para equipar Forças Aéreas que buscam se reequipar com caças avançados de última geração. Além dos países da OTAN outras forças aéreas também escolheram o F-16 Fighting Falcon, entre elas a Venezuela que recebeu o F-16 logo no início da década de 80, ao todo mais de 25 países receberam o F-16 Fighting Falcon em diferentes versões.Logo quando entrou em operação o F-16 passou a ser o padrão pelo qual se media a performance dos novos caças, e isso permaneceu por muitos anos. Hoje, o Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon tem uma enorme concorrência com o surgimento de diversos caças avançados ao redor do mundo, mas mesmo assim, continua sendo um caça de ponta com suas últimas versões sempre equipadas com o que há de mais moderno em termos de sistemas e aviônicos. Nas mãos de pilotos habilidosos o F-16 Fighting Falcon é um caça temido tanto em combates aéreos quanto em ataques contra alvos em terra.
Réplica em escala 1/72 do avião de guerra F-16B Fighting Falcon.
O F-16 Fighting Falcon participou do programa FX para reequipar a Força Aérea Brasileira. No atual programa FX-2 não chegou a ser selecionado.

Características técnicas do General Dynamics F-16B Fighting Falcon

Tipo: caça multimissão de dois lugares
Envergadura: 10,01 m
Comprimento: 14,52 m
Altura: 5,01 m
Superfície Alar: 27,87 m2
Peso vazio: 6.865 Kg
Peso máximo de decolagem: 14.966 Kg
Velocidade máxima: 2.112 Km/h (Mach 2)
Teto de serviço: 18.290 m
Raio de ação: 1.102 km com 6 bombas Mk 82 de 227 Kg em missões de alta e baixa altitude; 547 Km em missões totalmente a baixa altitude; com tanques externos essa autonomia aumenta para 3.560 km. Esses números são para a versão monoposto, a versão F-16B de dois lugares carrega menos combustível e, consequentemente, tem um raio de ação menor.
Motor: equipado com um turbofan Pratt & Whitney F100-PW-200 com pós-combustão e 10.807 Kg de empuxo.
Armamento: 9 pontos de fixação que podem incluir mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder, AIM-7 Sparrow, AIM-120 Amraam. Mísseis ar-superfície AGM-65 Maverick, antinavio AGM-84 Harpoon, mísseis antiradiação AGM-45/78/88, pods de designadores laser e sensores, bombas não guiadas Mark Mk-82/83/84, bombas guiadas GBU-10/12. O F-16 Fighting Falcon pode carregar uma ampla muito variada de armas do arsenal tático dos Estados Unidos.
Canhão interno de 20 mm Vulcan M61A1 com 511 projéteis.

Vídeo do avião em miniatura General Dynamics F-16 Fighting Falcon

Sobre Adriano Alves

Começou a escrever em blogues em 2009 como convidado e não parou mais. Hoje escreve em quatro blogues, trabalha em uma empresa como Analista de Suporte Técnico e tem como hobby ler, estudar, ouvir música, assistir filmes e seriados e, principalmente, colecionar miniaturas militares.

4 comentários

  1. BOA TARDE, GOSTARIA DE SABER QUAL O VALOR DO F16, GOSTEI MUITO DO MODELO.

  2. Moro em Bragança. pt estava esperando nas bancas esta escala de 1/72, mas parou de chegar, queria muito o F-16, como posso conseguir!

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