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Eurofighter Typhoon o guardião dos céus da Europa

O Eurofighter Typhoon é um avião de caça bimotor desenvolvido por quatro países europeus para proteger os céus da comunidade europeia. Foi equipado com sistemas e armamento avançado para enfrentar as ameaças existentes e futuras e desde a sua entrada em serviço vem sendo exportado para outros países além de seus criadores do continente europeu.

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Desenvolvimento

O Eurofighter Typhoon é hoje um dos principais aviões de caça em atividade no mundo e protetor dos céus dos principais países que formam a União Europeia. Mas, o seu desenvolvimento remonta requerimentos emitidos no final da década de 70, através das necessidades da RAF (Royal Air Force – Real Força Aérea), projeto AST 403, e dá até então Alemanha Ocidental, projeto TKF-90. Os requerimentos tinham como proposito o desenvolvimento de um novo caça, mas o requerimento alemão era mais ousado com previsão para canards localizados na parte frontal da fuselagem, asa em delta, vetoração de empuxo e estabilidade de voo artificial.

Apesar das diferenças de conceito em relação ao novo caça britânicos e alemães se uniram em 1979 para o desenvolvimento do novo caça, esse trabalho conjunto ficou a cargo da BAE (britânica British Aerospace) e alemã MBB (Messerschmitt-Bolokw-Blohm), recebendo a designação de ECF (European Collaborative Fighter).

O ano de 1979 ainda veria um novo membro fazer parte do grupo de estudos, a francesa Dassault, e o projeto passaria a ser chamado de ECA (European Combat Aircraft). Apesar da aparente união entre os três participantes do projeto, cada um buscava a sua própria forma de criar o novo avião e, em 1981, o trabalho do ECA foi encerrado após a desistência da Dassault que passou a priorizar seu próprio projeto que mais tarde seria conhecido como Rafale.

Em 1982, o consórcio responsável pelo desenvolvimento do Panavia Tornado formado pela alemã MBB, britânica BAE e italiana Aeritalia, uniram suas forças novamente para o desenvolvimento de um novo caça em um programa que foi batizado de ACA (Agile Combat Aircraft). O governo britânico arcou com metade dos custos do novo projeto e o restante sendo dividido entre os três participantes do consórcio. Em 1983 um contrato para o desenvolvimento de dois protótipos foi assinado, sendo que, o exemplar britânico recebeu a designação e EAP (Expercimental Aircraft Program).

Leia mais sobre outros aviões de caça desenvolvidos por países europeus no links abaixo:

O programa do novo avião de caça europeu estava mesmo destinado a muitas reviravoltas e no ano de 1983 os franceses, que haviam desistido do programa ECA, voltoram a fazer parte do grupo juntamente com a Espanha. O programa passou a ser chamado de FEFA (Future European Fighter Aircraft. Os franceses por sua vez queriam a liderança do programa, além de uma versão embarcada do novo caça. Em 1985 os franceses abandonaram o projeto, juntamente, com a Espanha que voltaria atrás da sua decisão e se uniria novamente ao projeto um mês depois, enquanto isso o programa era novamente rebatizado, desta vez de EFA. A aeronave passou a ser chamada de EFA Eurofighter e renomeada de EF 2000 a partir de 1992.

Após o primeiro voo do EPA, que ocorreu em 6 de agosto de 1986, foi possível refinar o projeto com os dados colhidos dos testes de voo o que resultou na definição das quantidades a serem produzidas para cada país participante do projeto. Inicialmente Alemanha e Inglaterra receberiam 250 unidades cada, a Itália 160 e a Espanha 100. A participação do trabalho das empresas participantes ficou distribuído com o consórcio alemão DASA com 33%, a britânica BAE com 33%, a italiana Aeritalia com 21% e a espanhola CASA com 13%.

O primeiro protótipo finalizado do Eurofighter fez seu voo em 27 de março de 1994, sendo que o nome de Typhoon passou a ser adotado em setembro de 1998.

Motor

O programa que originou no Eurofighter mostrou desde o início que seria necessário um motor altamente avançado para atender as exigências de envelope de voo agressivas do novo caça. Em 1982 teve início no Reino Unido um programa comandado pela Rolls-Royce chamado de XG-40 ACME (Advanced Core Military Engine – Motor militar de gerador de gás avançado). O programa resultou deu origem a inúmeras características que seriam repassadas ao motor definitivo do Eurofighter Typhoon, o EuroJet EJ200.

O contrato para o desenvolvimento do motor do Eurofighter Typhoon foi assinado em Turim pelos membros do consórcio, Reino Unido, Alemanha, Itália e Espanha, em 1986. O desenvolvimento do novo motor foi realizado paralelamente ao da aeronave sendo composto pelas empresas britânica Rolls-Royce, alemã MTU (Munchen/Daimler-Benz Aerospace), italiana FiatAvio e a espanhola Turbo Propulsores/ITP, o consórcio foi chamado de Eurojet Turbo GmbH.

O motor do Eurofighter Typhoon, Rolls Royce EJ200, é considerado o mais leve de sua categoria, sendo de dois eixos, gerando um empuxo máximo na ordem de 9200 kgf, com a pós-combustão, e 6073 kgf, com empuxo a seco. Seu desenvolvimento levou em consideração as exigências de um combate aéreo e o tempo mínimo necessário para a realização de missões de interceptação e o tempo de surtida característicos das patrulhas aéreas.

De fato, o EJ200 é um motor que apresenta performances que só podem ser equiparadas, pelo menos até agora, ao motor do F-22 Raptor, como o supercruise – velocidade supersônico sem o uso de pós-combustão.

Muito se especulou da possibilidade do EJ200 equipar outros aviões de caça, entre eles, o sueco Saab Gripen e, também, o avião de ataque AMX da Força Aérea Italiana.

Radar e Sistemas

Inicialmente o radar do Eurofighter Typhoon era o ECR 90 desenvolvido pela DASA, FIAR, ENOSA e BAE Systems. Contudo, o governo alemão queria um radar baseado no Hughes AN/APG-65, enquanto os demais países participantes do projeto defendiam o uso do ECR 90. Depois de um acordo entre os governos e brigas judiciais as empresas envolvidas fundiram-se criando a Selex ES.

A nova empresa ficou encarregada de desenvolver um novo radar, o Captor-M de varredura mecânica. Este radar possui características que dão ao Eurofighter as condições necessárias para atuar em ambientes de combate aéreo e ar-solo, o que caracteriza este notável avião como um autêntico caça multimissão.

O Captor-M opera em três canais, sendo que um deles é destinado para defesa contra interferências eletrônicas. O Captor-M ainda sofreu atualizações que resultaram em um aumento na capacidade de combate ar-ar. Estima-se que o Captor-M possa identificar um alvo de 5 m2 de RCS a 185km, alvos maiores podem ser detectados a distâncias maiores, em torno de 370km.

No entanto, um radar ainda mais avançado será o definitivo do Eurofighter, este é o Captor-E do tipo AESA, também conhecido como CAESAR (CAPTOR Active Electronically Scanned Array Radar), que caracteriza-se por ser de varredura eletrônica ativa dando ao Eurofighter uma gama maior de modos de operação aumentando ainda mais sua capacidade multimissão, com o Captor-E um alvo do tamanho de 5 m2 poderá ser localizado a 278Km.

Entre a vantagem de um alcance maior em comparação com o Captor-M o Captor-E poderá atingir um angulo de 90º em relação ao avião. O movimento direcionado da antena do novo radar permite atingir uma área de varredura que pode chegar a 50% maior do que os radares AESA equipados com antenas fixa. O radar Captor-E teve seu primeiro teste de voo em 2007 e o contrato de produção assinado em 2014.

Os sistemas de voo possibilitam ao Eurofighter Typhoon voar de forma automática em baixa altitudes com acompanhamento do terreno, entre 30 e 50 metros. O sistema de navegação inclui ainda GPS com integração digital através de canais de satélites e proteção contra interferências.

O sistema de autodefesa da aeronave contém uma suíte de proteção, DASS (Defensive Aids Sub System) integrando o ESM – Pod de medidas eletrônicas de apoio – e o ECM – pod de contramedidas eletrônicas que são instalados nas pontas das asas, além dos alertas de proximidade de mísseis, dispensadores de chaff/flare e alerta de laser.

IRST

O PIRATE (Passive Infra-Red Airborne Track Equipment) é um IRST (Infra Red Search and Track – Busca e Acompanhamento Infravermelho) trabalha em conjunto com o radar principal do Eurofighter Typhoon, operando nas faixas que variam entre  3-5 e 8-11 micrometros permitindo a detecção passiva de alvos, mas também atua como um FLIR (Forward Looking InfraRed) no modo ar-solo.

O IRST PIRATE dá ao Eurofighter Typhoon a possibilidade de localizar alvos sem entregar sua posição, pois não há a necessidade do uso do radar durante a busca. A integração do IRST PIRATE se deu a partir do Tranche 1 Block 5, sendo que o primeiro Eurofighter EF2000 Typhoon Tranche 1 Block 5 a sair de fábrica com esse sensor foi destinado a AMI em agosto de 2007.

O sistema foi desenvolvido em conjunto pela Selex ES atuando como principal responsável pelo trabalho que contou ainda com a Thales Optronics e Tecnobit da Espanha formando o consórcio EUROFIRST.

Abaixo uma seleção de imagens do avião em miniatura Eurofighter Typhoon em escala 1:72. A miniatura pertence a Luftwaffe (Força Aérea Alemã).

Cockpit

O cockpit do Eurofighter Typhoon dispõe de sistemas modernos está equipado com três painéis digitais, MHDDs que são comandados por DVI (Direct Voice Input – Interface Direta por Voz), sistema de controle de voo FCS, HUD (Head Up Display) possibilitando ao piloto se concentrar no ambiente de combate, juntamente com o HOTAS (Hands On Throttle And Stick), além do sistema VTAS (Voice + throttle And Stick).

O piloto ainda conta com o HMSS (Helmet Mounted Symbology System) que opera de forma integrada com o sensor IRST PIRATE e com o radar Captor-M e com outros seis mostradores fundindo as informações e disponibilizando no visor do capacete do piloto.

Todo o desenvolvimento do cockpit levou em consideração a opinião de pilotos do programa de testes e das forças aéreas dos países envolvidos com o intuito de harmonizar o máximo possível o cockpit, liberando a carga de trabalho do piloto para que o mesmo possa se concentrar no ambiente de combate.

Armamento

Um avião de caça moderno preparado para atuar em qualquer ambiente de combate enfrentando os mais avançados oponentes precisa de armamento de ponta para dar conta das ameaças. O Eurofighter Typhoon possui um arsenal de armas que atendem tanto as missões ar-ar quanto as ar-solo distribuídos em 13 pontos de fixação, sendo oito subalares e 5 ventrais. A configuração é variada podendo ser totalmente destinada ao combate aéreo, assim como, uma combinação de armas ar-solo e mísseis ar-ar para autodefesa.

Para um cenário tipicamente de combate aéreo o Eurofighter Typhoon pode ser configurado com 6 mísseis ASRAAM, 4 BVRAAM, 2 tanques de combustíveis subalares de 1.500 litros e 1 tanque de 1.000 central. A combinação de armas pode variar de acordo com a necessidade da missão.

Para as missões ar-solo o Eurofighter Typhoon pode ser equipado com diferentes tipos de armas guiadas de precisão que incluem bombas convencionais Mk82/83/84, bombas Clusters BL755, bombas inteligentes GBU-10/16. Outras armas como o Penguim, Harpoon, ALARM, Storm Shadow e Brimstone podem ser utilizadas pelo Typhoom. O clássico armamento orgânico não podia ficar de fora deste avançado caça, trata-se do canhão Mauser Bk 27 de 27mm que pode ser utilizado em combate ar-ar quanto em combate ar-solo.

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Versões

A produção do Eurofighter Typhoon foi dividida em lotes chamados de Tranches que seguiram uma ordem de produção de acordo com a evolução da aeronave e do surgimento de novos clientes no mercado internacional.

Assim sendo, o Tranche 1 foi o primeiro lote de fabricação e com sistemas que permitem limitada multimissão comparada aos das versões posteriores. Atualmente, o Tranche 3 está em desenvolvimento.

As diferenças entre os lotes são as seguintes:

Tranche 1

Block 1 lote inicial destinado ao combate ar-ar.

Block 2 versão com total capacidade de combate ar-ar.

Block 5 essa versão é um aperfeiçoamento final do Tranche 1 com capacidade de combate ar-ar e limitada capacidade de combate ar-solo. As unidades dos Blocks 1 e 2 estão sendo convertidas para o padrão Block 5, no que é conhecido como programa Retrofit 2.

Tranche 2

Block 8 novo hardware instalado, mudança no computador.

Block 10 EOC 1 (Capacidade Operacional Ampliada) possui melhorias no DASS, IFF Mod 5, além de nova instrumentação de manobras de combate aéreo. Opmitizada para operar novas armas, entre elas o AIM-120C-5 e o  Iris-T, na arena ar-solo o míssil ALARM, armas guiadas por GPS e as GBU—24 e Paveway III.

Block 15 EOC 2 capacidade de operar o míssil ar-ar Meteor, armas ar-solo Taurus, Storm Shadow e Brimstone.

Block 20 EOC 3 diversos sistemas atualizados.

Tranche 3

conta com mais um leque amplo de modificações que aumentam a capacidade existente da aeronave. Entre as capacidades aumentadas esta a possibilidade de receber tanques de combustível conformais, maior potência elétrica e refrigeração para suportar o novo radar E-Scan, permitindo um incremento na performance, na confiabilidade no apoio a manutenção e na redução dos custos. O sistema computacional da aeronave também sofrerá um aumento de potência e maior velocidade na transmissão dos dados da aeronave.

Conheça os principais rivais do Eurofighter Fighter na arena ar-ar acessando os artigos abaixo:

Usuários

Além dos quatro países desenvolvedores do Eurofighter Tyhpoon outros países juntaram-se a lista de operadores deste avançado caça.

A Alemanha foi a primeira a receber o Eurofighter em 4 de agosto de 2003, sendo que todos eram da versão biplace, fazendo parte do lote inicial Tranche 1, as entregas foram até 2008. No mesmo ano a Espanha recebeu o seu primeiro Eurofighter de série.

As entregas foram sendo realizadas aos demais países envolvidos, posteriormente. A RAF teve a sua primeira unidade operacional do Eurofighter declarada em  1 de julho de 2007, Esquadrão 3 sediado na Base Aérea de Coningsby. A AMI Aeronautica Militare Italiana contou com a 4º Stormo, sediada em Grosseto, como a primeira unidade operacional do Eurofighter Tranche 1, sendo que o último avião foi entregue em julho de 2007.

Os quatro países desenvolvedores do Eurofighter Typhoon receberam seus aviões entre os lotes Tranche 1, 2 e 3.

Alemanha

33 Tranche 1, 79 Tranche 2 e 31 Tranche 3 totalizando 143 unidades.

Reino Unido

53 Tranche 1, 67 Tranche 2 e 40 Tranche 3 totalizando 160 unidades.

Itália

28 Tranche 1, 47 Tranche 2, 21 Tranche 3 totalizando 96 unidades.

Espanha

19 Tranche 1, 34 Tranche 2 e 20 Tranche 3 totalizando 73 unidades.

Outros países fazem parte da lista de usuário do Eurofighter Typhoon, sendo eles:

Austria

15 Eurofighter Typhoon Tranche 1.

Arabia Saudita

24 Tranche 2 e 48 Tranche 3 totalizando 72 unidades.

Omã

12 Eurofighter Typhoon Tranche 3.

Kwait

28 unidades encomendadas e ainda não recebidas.

Em ação

Entre as ações do EF2000 há o deslocamento de unidades da AMI para a defesa do espaço aéreo da Albânia em julho de 2009. Anos mais tarde foi a vez do Eurofighter Typhoon deixar o velho continente para atuar no continente africano, na guerra civil da Líbia em missões de interdição do espaço aéreo líbio que acabaria resultando na derrubada do ditador líbio Muammar Gadhafi em março de 2011.

A Arabia Saudita passou a utilizar os seus Eurofighter Typhoon a partir de Fevereiro de 2015 contra alvos do Estado Islâmico na Síria utilizando bombas guiadas Paveway IV. Ainda em 2015 os EF2000 sauditas tomaram parte em uma grande coalizão árabe liderada pela Arabia Saudita contra os rebeldes Houthi no Iemen. Os aviões sauditas Tornado, F-15 e Eurofighter lançam ataques contra posições dos rebeldes apoiados pelo Irã no Iêmen. As operações aéreas sauditas no país vizinho continuam até o presente.

Reino Unido e Alemanha também se uniram na guerra contra o terrorismo, mais precisamente contra o Estado Islâmico que atua de forma mais efetiva na Síria e Iraque. O Reino Unido teve inclusive autorização do seu parlamento para dar início a ataques contra posições do EI na Síria e a possibilidade do Eurofighter EJ2000 Typhoon fazer parte das ações a qualquer momento é alta.

Características Técnicas do Eurofighter Typhoon

Tipo: Caça monoposto de superioridade aérea

Envergadura: 10,95m

Comprimento: 15,96m

Altura: 5,28m

Superfície alar: 51,2m2

Peso vazio: 11.000kg

Peso máximo de decolagem: 23.500kg

Velocidade máxima: 2.495km/h

Teto de serviço: 19.810m

Raio de ação: 2.900km

Motor: dois turbafans Eurojet EJ200 com 9.072kg de empuxo unitário máximo com pós-combustão.

Armamento: distribuídos em 13 pontos de fixação, sendo 8 pontos sob as asas e 5 sob a fuselagem que dão um total de 7.000kg de carga bélica.

O armamento ar-ar compreende mísseis AIM-120 AMRAAM, AIM-132 ASRAAM, AIM-9 Sidewinder, IRIS-T e Meteor.

O armamento ar-solo disponível são mísseis AGM-65 Maverick, AGM-88 Harm, Brimstone, Taurus KEPD 350, Storm Shadom/Scalp EG e SPEAR, bombas Paveway II/III e IV e Small Diameter Bomb. Há ainda a disponibilidade de carregar pods de contramedidas eletrônicas, emissores infravermelhos e até três tanques de combustível  alijáveis. O armamento orgânico é um canhão Mauser KB-27 de 27mm com 150 disparos.

Vídeo do Avião em Miniatura Eurofighter Typhoon

 Você pode encontrar outras informações sobre o Eurofighter Typhoon acessando o artigo no blog Warfare.

Blog Warfare

Sobre Adriano Alves

Começou a escrever em blogues em 2009 como convidado e não parou mais. Hoje escreve em quatro blogues, trabalha em uma empresa como Analista de Suporte Técnico e tem como hobby ler, estudar, ouvir música, assistir filmes e seriados e, principalmente, colecionar miniaturas militares.

8 comentários

  1. Valeu por voltar a postar!

  2. Opa!!!! Leitor assíduo!! Que bom termos de volta!!! Se precisar de ajuda com bombardeiros da WWII me avisa!!! Parabéns pelo trabalho! Abraços. João Pacheco

    • João Pacheco,

      bombardeiros da Segunda Guerra merecem uma atenção especial, muita história, muita informação e conhecimento ainda a ser desbravado. Vamos fechar alguma coisa e fazer uma parceria sim.

      Obrigado pela ajuda.

  3. Gostei demais deste artigo, continue assim!

    grande abs.

  4. Adriano, eu vim parar ao teu blog à procura de livros sobre história das I e II Guerras Mundiais. Obrigado pelos artigos sobre asas de combate.

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